04/08/2016

6. Leituras de Maio: Jardim de Alfazema, Jude Deveraux


Título: Jardim de Alfazema
Autora: Jude Deveraux
Edição ou reimpressão: 06-2010
Editor: Quinta Essência
Páginas: 354


Sinopse:
Uma jovem herda uma mansão histórica e as chaves para decifrar um mistério. Será que o amor também faz parte de tão surpreendente legado?

Jocelyne Minton é uma mulher dividida entre dois mundos. A mãe estudou em colégios particulares e frequentava as melhores salas de chá, mas acabou por casar com o biscateiro local. 
Joce tinha apenas cinco anos quando a mãe morreu e, quando o pai volta a casar, a criança sente-se mais só do que nunca - até que conhece Edilean Harcourt que, apesar de já não ser uma jovem, compreende Joce melhor que ninguém. 
Quando Miss Edi morre, deixa à amiga todos os seus bens, incluindo uma histórica mansão do século XVIII e uma carta com pistas para a jovem decifrar um mistério que remonta a 1941. Na carta, Miss Edi também revela que encontrou o homem perfeito para Joce, um jovem advogado. Joce fica chocada ao saber que a mansão e o futuro amor da sua vida se encontram em Edilean, de que nunca ouvira falar. Curiosa perante esta reviravolta do destino, Joce muda-se para a pequena cidade , decidida a dar um novo rumo à sua vida. 
Em Edilean, todos conhecem a história da jovem e já delinearam o seu futuro, incluindo o homem com quem se deverá casar. Acontece, porém, que Joce tem as suas próprias ideias acerca do homem que terá de conquistar o seu coração e o que fazer aos segredos que ninguém quer ver divulgados. Mas, quando estes lhe revelam parte da sua história, o certo é que a vida parece ganhar uma nova cor… 
Em Jardim de Alfazema, Jude Deveraux retrata as paixões, as intrigas e os segredos de uma pequena cidade e dá início a uma extraordinária série centrada em Edilean.



Opinião:
Comecei a ler esta saga porque confesso sou uma leitura de fases e temáticas... gosto de romance histórioco, então leio uns quantos livros seguidos. Depois farto-me volto-me para uma leitura mais contemporânea... meto pelo meio uns thrillers mas acabo sempre por voltar aos romances!

Já tinha lido um livro da Jude Deveraux mas não faz parte desta série, aliás quando descobri que isto seria uma quase novela! As personagens vão sendo comuns na história e eu gosto disso.

Foi com grande entusiamos que comecei a leitura e sempre certa de que iria adorar descobrir mais informações sobre Edilean a pacata vila e miss Edilean que deixou a mansão a Jocelyne. Confesso que o primeiro livro que comprei foi pela capa. Adorei os tons lilases se bem que não sou muito fã do cheiro da alfazema.

Uma história de duas vidas, Miss Edilean e Joyce, passado e futuro. Uma pequena cidade, duas fantásticas histórias de amor. Qual o final? Surepreendente, separados pela guerra e uma história de amor jamais terminada... Gostei muito das duas histórias de amor retratadas, de preferência a de Miss Edie, é que realmente ela viveu uma vida deveres emocionante e a vida amorosa não ficou atrás! Pena o final não ter sido mais feliz, estava tão perto mas tão longe do seu amor e toda a vida viveu com saudade.


A história é-nos contada com muito humor à mistura e o trio Joce – Ramsey e Luke dão-nos muitos bons momentos de diversão. No fim Joce sabe que se perdeu de amores por um deles, mas até chegar a essa conclusão vamos ter alguns momentos engraçados.


Recapitulando espero nos próximos livros ter mais informação sobre a história de Miss Edie, sobre a vila, sobre as vizinhas de Joyce... Com o tipo de escrita de Jude Deveraux certamente vão ser fáceis de ler!

Uma história de duas vidas, Miss Edilean e Joyce, passado e futuro. Uma pequena cidade, duas fantásticas histórias de amor. Qual o final? Surepreendente, separados pela guerra e uma história de amor jamais terminada...

Período de Leitura: 29 Maio a 2 Junho

Nota: 4 estrelas


08/07/2016

5. Leituras de Maio: O lago perdido, Sarah Addison Allen


Título: Lago Perdido


Autora:  Sarah Addison Allen


Edição ou reimpressão: 07-2014


Editor: Quinta Essência


Páginas: 280


 


Sinopse:


A primeira vez que Eby Pim viu Lago Perdido foi num postal. Apenas uma fotografia antiga e algumas palavras num pequeno quadrado de papel pesado, mas quando o viu soube que estava a olhar para o seu futuro.


Isso foi há metade de uma vida. Agora Lago Perdido está prestes a deslizar para o passado de Eby. O seu marido George faleceu há muito tempo. A maior parte da sua exigente família desapareceu. Tudo o que resta é uma velha estância de cabanas outrora encantadoras à beira do lago a sucumbirem ao calor e à humidade do Sul da Georgia, e um grupo de inadaptados fiéis atraídos para Lago Perdido ano após ano pelos seus próprios sonhos e desejos.


É bastante, mas não o suficiente para impedir Eby de abrir mão de Lago Perdido e vendê-lo a um empreiteiro. Este é por isso o seu último verão no lago… até que uma última oportunidade de reencontrar a família lhe bate à porta.


 


Opinião:

 

Uma história encantadora, como todas as outras de Sarah Addson Allen. Uma história de renascimento, de passado e de futuro. É sobretudo uma história que fala da recuperação da dor da perda de alguém querido, de marcos de vida misturada com um pouco de fantasia e sobrenatural a que a autora já nos habituou.

 

A história centra-se em duas personagens centrais Kate e Eby. Kate recentemente acordou da dor de ter perdido e marido e recupera a pouco e pouco a sua vida, no entanto procura um rumo a dar-lhe. Já Eby decide fechar o seu retiro no lago por se sentir cansada e estar a perder o interesse na gestão de uma estância de férias. E é aí que o seu destino se cruza com o de Kate, e o destino conspira para uma mudança de vidas.

 

Uma história linda sobre amor, amizades, dor, sacrifício e decisões... “(…) Eby sabia muito bem que existia uma linha ténue quando se tratava da dor. Se a ignoramos, ela vai-se embora, mas depois volta sempre quando menos se espera. Se a deixamos ficar, se lhe arranjamos um lugar na nossa vida, ela fica demasiado confortável e nunca mais se vai embora. Era melhor tratar a dor como se fosse um hóspede. Aceitamo-la, servimo-la e depois mandamo-la seguir o seu caminho. ”

Kate conhece um novo amor, Eby que também conhece a dor de perder o seu companheiro de vida, liberta-se para viajar e a sua estranha amiga Lisette encontra o amor libertando-se da sua “maldição das palavras”. Um romance terno e doce com alguma magia pelo meio.

 

Nota: 4  estrelas

 

Período de Leitura: 27 a 29 de Maio

 

01/07/2016

4. Leituras de Maio: A livraria dos finais felizes, Katarina Bivald


Título:  Livraria dos Finais Felizes - Katarina Bivald

Katarina Bivald

Edição/reimpressão: 2016

Páginas: 528

Editora: Suma de Letras

 

Sinopse:

Bestseller do The New York Times

"Uma história comovente sobre o poder transformador da literatura." Revista People

"Originalmente cativante.... doce, peculiar." Jornal The Washington Post

Se a vida fosse um romance, o da Sara certamente não seria um livro de aventuras. Em vinte e oito anos nunca saiu da Suécia e nenhum encontro do destino desarrumou a sua existência. Tímida e insegura, só se sente à vontade na companhia de um bom livro e os seus melhores amigos são as personagens criadas pela imaginação dos escritores, que a fazem viver sonhos, viagens e paixões. Mas tudo muda no dia em que recebe uma carta de uma pequena cidade perdida no meio do Iowa e com um nome estranho: Broken Wheel. A remetente é uma tal Amy, uma americana de 65 anos que lhe envia um livro. E assim começa entre as duas uma correspondência afetuosa e sincera. Depois de uma intensa troca de cartas e livros, Sara consegue juntar o dinheiro para atravessar o oceano e encontrar a sua querida amiga. No entanto, Amy não está à sua espera, o seu final, infelizmente, veio mais cedo do que o esperado. E enquanto os excêntricos habitantes, de quem Amy tanto lhe tinha falado, tomam conta da assustada turista (a primeira na história de Broken Wheel), Sara decide retribuir a bondade iniciando-os no prazer da leitura. Porque rapidamente percebe que Broken Wheel precisa de um pouco de aventura, uma dose de auto-ajuda e, talvez, um pouco de romance. Em suma, esta é uma cidade que precisa de uma livraria. E Sara, que sempre preferiu os livros às pessoas, naquela aldeia de poucas gente, mas de grande coração, encontrará amizade, amor e emoções para viver. E finalmente será a verdadeira protagonista da sua vida.

 

http://www.bertrand.pt/ficha/a-livraria-dos-finais-felizes?id=17610890

 

Opinião:

 

Arrebatante, encantador... um dos livros da minha vida pelas palavras ternas, confortantes e desafiantes na forma de carta que nos são transmitidas. Este livro é um simbolo de que as mudanças podem trazer algo bom, inesperado e uma bela história de amor!

 

Quando vi o livro nas prateleiras do supermercado, fiquei curiosa... Não o comprei logo de seguida, pois quem me conhece sabe que gosto de comprar os livros mais em conta no OLX. Mas assim que ele chegou já não resisti! E adorei. É um bom romance para as férias, um livro com muitas páginas mas de leitura fácil.

 

Este é “o” livro para os livrólicos, sim aquelas pessoas que vive e respiram livros, que ficam felizes por receberem livros e mais livros, que já não têmm espaço em casa para mais livros e que têm livros para ler mas mesmo assim ainda compram mais livros.

 

A história principal anda em torno da comunicação por carta de duas apaixonadas por livros que se cruzam por acaso virtualmente, uma na Suécia e outra nos Estados Unidos. E decidem conhecer-se. Assim começa a viagem de Sara, que vai conhecer a sua correspondente... mas uma triste surpresa desencadeia toda a história seguinte. Sara vai mudar a pequena vila com a sua presença, ali vai sentir-se mais viva do que nunca e dar um caminha inesperado à sua vida.

 

A história está muito bem construída, a autora prende-nos pelas suas descrições profundas e particulares de cada personagem. Broken Wheel está claramente presente na minha mente, a descrição foi tão exacta que consigo “ver” as loja, os habitantes... E é a partir daqui que conhecemos também a história de Sara e Amy e a sua improvável amizade, amizade esta que surgiu pelo amor que ambas nutrem pelos livros e pela literatura. Mas e como todo o bom livro de romance que se preze acompanhamos a história de amor de Tom e Sara, que sem saber estavam destinados um ao outro...

 

E os livros? Vê-se que a autora também tem uma verdadeira paixão por livros e isto é mencionado no livro de uma forma muito interessante: Consegues senti-lo? O cheiro de livros novos. Aventuras por ler. Amigos que não conheceste, horas de escape mágico à tua espera.

Depois de ler o livro fiquei com curiosidade em ler muitos dos autores mencionados e fiquei com muita pena de não ter assim uma correspondente litérária, hoje em dia, já não se escrevem cartas... E para quem gosta de livros definitivamente este é um livro a ler, reler e voltar a ler J

Período de Leitura: 22 a 24 Maio

Nota: 5 estrelas


 

24/06/2016

3. Leituras de Maio: A rapariga do comboio, Paula Hawkins


Título: A Rapariga no Comboio

Autora: Paula Hawkins 

Edição ou reimpressão: 06-2015

Editor: TopSeller

Páginas: 320

 

Sinopse

O êxito de vendas mais rápido de sempre.
O livro que vai mudar para sempre o modo como vemos a vida dos outros.

Todos os dias, Rachel apanha o comboio... No caminho para o trabalho, ela observa sempre as mesmas casas durante a sua viagem. Numa das casas ela observa sempre o mesmo casal, ao qual ela atribui nomes e vidas imaginárias. Aos olhos de Rachel, o casal tem uma vida perfeita, quase igual à que ela perdeu recentemente.

Até que um dia...

Rachel assiste a algo errado com o casal... É uma imagem rápida, mas suficiente para a deixar perturbada.

Não querendo guardar segredo do que viu, Rachel fala com a polícia. A partir daqui, ela torna-se parte integrante de uma sucessão vertiginosa de acontecimentos, afetando as vidas de todos os envolvidos.

https://www.wook.pt/livro/a-rapariga-no-comboio-paula-hawkins/16448613

 

Opinião:

 

Este livro não estava nos meus planos de leitura, foi muito badalado na altura que saiu, mas eu acho (e continuo a achar) que os thriller não são para mim, sou muito curiosa, tenho dificuldades em controlar o desejo de avançar as páginas até ao fim (sim osu deste tipo de leitores...). Confesso que me foi difícil começar esta leitura, isto porque tinha andado agarrada aos romances históricos e o início do livro pareceu-me muito banal. Depois de o ler fiquei com a noção de que este se afasta dos tradicionais livros de mistério. A autora investiu muito tempo na descrição dos personagens e nos tipos de relacionamento que se estabelecem entre as pessoas, as rotinas, os hábitos, os tiques, os pontos fortes, as fraquezas os elementos desencadeadores de grandes mudanças.

 

O livro tem uma personagem central, sofredora, amarga e de mal com a vida, Rachel. Divorciada, desempregada, alcoólica em negação e depressiva. Os motivos? Um marido que a abandonou, o facto de não poder sem mãe e uma vida sem perspectivas já que tinha sido traída pelo marido. Rachel vive presa a uma rotina, a uma falsa vida que insiste em manter. Todos os dias apanha o comboio para Londres. Conhece cada trecho do caminho, observa os mesmos locais, as mesmas casa, e imagina a vida perfeita de um casal que vislumbra por vezes. Esta “realidade” assombra-a pois ela já tinha tido uma vida assim anteriormente: prfeita e feliz e agora? A antítese disso.

 

Rachel vive “obcecada” com o ex marido e a sua nova perfeita família. Ela perdeu tudo e ele ficou com tudo: casa, nova mulher, uma filha recém-nascida... e ela? Nada! Só histórias de felicidade perfeitas criadas na sua imaginação e uma vida arruinada. Um dia ela apercebe-se de algo fora da rotina na casa do casal que observava e apercebe-se de que algo está errado. Envolve-se na investigação da polícia e ao mesmo tempo ela tenta mudar, e tentar perceber porque tem “brancas”, falhas de memória que a impedem de compreender o desenrolar daquela história.

 

Em torno da história de Rachel temos a história de Megan, casada com Scott, uma mulher pouco satisfeita com a vida, que parece ter, pelo que Rachel vê da janela do comboio, um casamento carinhoso e cheio de amor. No entanto, trai o marido com vários homens, incluindo Kamal o médico a quem recorre para tentar resolver os seus problemas de angústia. Há ainda Anna, a actual mulher de Tom (ex marido de Rachel) que vive aterrorizada pela perspectiva de Rachel fazer mal à sua família. São as vidas destas três mulheres e destes três homens que vamos ver retratadas ao longo do livro.

 

Num relato algo impreciso, por parte de Rachel,  chegamos a um final já esperado, pois não foi muito difícil compreender que era o vilão da trama, os sinais estavam lá, era só preciso analisá-los. Gostei muito do livro, acho que algumas reacções à trama foram algo exageradas. Foi um livro “do momento” e muito falado, com uma história envolvente e que nos prende do início ao fim.

 

Período de Leitura:  9 a 14 de Maio

 
Nota: 5 estrelas

20/06/2016

2. Leituras de Maio: Um avião sem ela, Michel Bussi


Título: Um Avião sem Ela

Autor: Michel Bussi 

Edição ou reimpressão: 09-2014

Editor: Bertrand Editora

Páginas: 432

 

Sinopse

1980. Na sequência de um trágico acidente de avião nas montanhas, as equipas de salvamento encontram apenas um sobrevivente: um bebé de três meses. Mas iam dois bebés de três meses no avião, duas meninas, ambas louras, de olhos azuis. Qual delas é a sobrevivente?
As duas famílias, de meios completamente distintos, disputam violentamente a custódia da menina e cabe a um juiz determinar se ela é Emilie ou Lyse-Rose. Para que se declare uma das meninas viva, a outra tem de ser declarada morta. Numa época anterior aos testes de ADN, ninguém sabe se a decisão tomada está correta.

Dezoito anos mais tarde, um detetive privado alega ter chegado ao fundo da questão, mas depois é assassinado. Toda a sua pesquisa está registada num caderno que deixa. Um Avião sem Ela é a história de uma investigação para descobrir a verdadeira identidade do bebé sobrevivente e o efeito que esta história trágica teve nos membros da família que continuam a disputá-lo.

 

https://www.wook.pt/livro/um-aviao-sem-ela-michel-bussi/15891612

 

 

Opinião:

 

Numa palavra: envolvente, fiquei apanhada pela história desde o início. Confesso que foi muito difícil não ir ao fim do livro para saber mais antes de lá chegar. É por isso que me é muito difícil fazer este tipo de leituras, sou curiosa demais!

 

O livro retrata-nos a história trágica de um voo proveniente da Turquia e da sua única sobrevivente: uma pequena bebé de 3 meses, loura de olhos azuis. A disputa que vai haver em torno dela para descobrir a qual família pertence se à pobre família Viral ou se à rica família Carville.

 

Quem é esta menina Lyse-Rose ou Emilie? Toda a sua vida ela foi um misto das duas meninas, nunca se sentiu uma só pessoa. Na actualidade acompanhamos a busca pela verdade do que se sucedeu naquele voo e dos acontecimentos dos dezoito anos seguintes pela “voz” de Crédule Grand-Duc, o detective contratado para decobrir quem era a sobrevivente.

 

A resposta apareceu 18 anos depois nas paginas de um jornal envelhecido sem que Grand-Duc procurasse a resposta. E é tão curiosa como perturbadora... Uma escrita arrebatadora, envolvente e que não nos permite muitas pausas na leitura.

Período de Leitura: 16 a 30 de Maio

Nota: 4 estrelas

14/06/2016

1. Leituras de Maio: O vestido cor de pêssego, R. A. Stival



Título: O vestido cor de pêssego

Autor: R. A. Stival

Edição ou reimpressão: 09-2014

Editor: Editorial Planeta

Páginas: 320



Sinopse:
O general Amadeus Barnard, da Cavalaria Ligeira da Grande Armée de Napoleão, tinha um título de nascimento. Propriedades. Uma biblioteca preciosa. Era um herói nacional. Bonito como o diabo.
Adeline Boissinot só tinha dois vestidos. Não: apenas um vestido - o que trouxera no corpo quando rumara até Paris, atrás de um sonho que nunca se realizaria... O outro, o vestido castanho que usava durante o dia e fora adaptado ao seu corpo delicado, era o vestido da criadagem.
E ele era o seu patrão.
 
Opinião:

Este foi um livro que primeiro me cativou pela capa. Foi esta num canto da livraria Bertrand que me fez deitar um olho duas ou três vezes antes de me decidir a ler a sinopse. Li e gostei do que li... mais fiquei curiosa. E eu e a curiosidade não nos damos bem... ela vence sempre.
 
Não conhecia a autora e confesso que pensei que ia apanhar uma trmenda seca com esta leitura, mas enganei-me! De todo! Fiquei logo cativada pela história da pequena heroína corajosa. A história desenrola-se durante a Revolução Francesa e conta-nos a história do garboroso general Amadeus Barnard e de Adeline uma sua criada.
A
deline habituada à vida no campo muda-se para Paris perseguindo aquele que ela julga vir a ser o seu marido, o filhos dos vizinhos dos seus pais, mas este futuro médico, não procura amor mas sim ajudar o próximo e dedica-se de corpo e alma à carreira. Derrotada por ter sido trocada e farta de assistir a tanta miséria umana, Adeline uplica por um trabalho como empregada doméstica junto da casa do general Amadeus.


Mal Adeline sabia que este acto lhe iria mudar a sua vida para sempre. Assim que o genral Amadeus entra pela porta da frente de sua casa eles apaixonam-se. Lutando contra as convenções da época, mesmo desafiando Napoleão, casam-se.


Período de Leitura: 4 a 8 de Maio
Nota: 5  estrelas

09/06/2016

4. Leituras de Abril: Ligeiramente Tentador, Mary Balogh


Título: Ligeiramente Tentador

Autora: Mary Balogh 

Edição ou reimpressão: 07-2015

Editor: Edições Asa

Páginas: 336

 

Sinopse

Vingança. É essa a palavra que paira na mente de Gervase Ashford, conde de Rosthorn, ao conhecer a bela Lady Morgan Bedwyn. Em circunstâncias normais, o jovem aristocrata não lhe teria dispensado mais do que um breve olhar de apreciação. Mas esta é uma situação em tudo excecional pois Morgan é irmã do seu pior inimigo. Na cabeça de Gervase começa a delinear-se um plano ligeiramente tentador…

Liberdade. À boa maneira da família Bedwyn, é esse o desejo de Lady Morgan. Há muito que a jovem acalenta o sonho de casar por amor, e está tudo menos disposta a ser um peão no jogo do conde. Mais, ela está decidida a mostrar-lhe que se meteu com a pessoa errada. Mas quando dá por si perdida em plena batalha de Waterloo, é em Gervase que encontra o tão desejado ombro amigo.

Para o conde, a situação revela-se perfeita. Entre ele e a realização do seu plano, existe apenas um obstáculo: a voluntariosa, obstinada e irresistível Morgan Bedwyn.

 

 

Opinião:

 

Esta é a história de Morgan, uma das irmãs mais nova dos Bedwyn, mas isso não deixa que ela seja mais irreverente e ousada que a maior parte dos seus irmãos. Morgan vê-se envolvida numa espécie de plano de vingança comtra o seu irmão Wulf... o que o conspirador, Gervase Ashford, não esperava era que Morgan não fosse a rapariga tontinha de que ele estava à espera...

 

Esta é uma história não tão cor de rosa... aborda a temática da guerra, um poco mais aprofundada do que no primeiro livro da saga. Lembra-me um pouco da história de O vestido cor de Pêssego que li recentemente. O livro aborda a perda de ambos os lados de uma guerra, os sentimentos de quem fica e de quem vai para a guerra.

 

Morgan era acima de tudo corajosa como se veio a provar pela sua acção de permanecer junto dos feridos e tratar destes ao invés de fugir de bruxelas. E Gervase? Admirado com este acto de coragem começou a ver Morgan como algo mais que um plano de vingança. Acabando a guerra ambos se vêem apanhados na teia da alta sociedade.

 

Morgan vai acabar por descobrir o plano de vingança de Gervase e ela própria traça um plano para acabar com a briga entre ele e Wulf... e temos as peripécias e histórias pouco usuais a que os Bedwyn já nos habituaram.

Período de Leitura: 17 a 28 de Abril

Nota: 4 estrelas

03/06/2016

3. Leituras de Abril: Regresso a Mandalay, Rosanna Ley


Autora: Rosanna Ley
Edição: Mar/2016
Páginas: 432
ISBN: 9789720048073
Editora: Porto Editora

 

Sinopse:

Eva Gatsby interrogou-se inúmeras vezes sobre o passado do avô, Lawrence Fox, e o que teria exatamente acontecido na Birmânia, quando ele ainda jovem ali viveu. Eva dedica-se à restauração de antiguidades e os patrões propõem-lhe uma viagem de trabalho àquele país – sobre o qual o avô desde sempre lhe contara histórias fascinantes. É então que Lawrence decide quebrar o silêncio e finalmente falar-lhe do grande amor da sua vida, Maya, a mulher que nunca esqueceu.

Numa tentativa de sarar as feridas do passado, confia a Eva uma missão que se revelará de contornos imprevisíveis. Eva inicia, assim, uma jornada que irá reconstruir o mosaico da história da família e que em simultâneo a obrigará a confrontar-se com sua capacidade de voltar a acreditar no amor.
Em Regresso a Mandalay, Rosanna Ley descreve-nos as paisagens, os aromas inebriantes dos mercados, das ruas e as fragrâncias dos jardins, com tal mestria que nos transporta para os cenários mágicos da Terra Dourada.

http://www.segredodoslivros.com/sugestoes-de-leitura/regresso-a-mandalay.html

 

Opinião:

 

Rico, enebriante e cativante. As descrições transportam-nos no espaço e no tempo, quase podemos sentir os aromas e a riqueza das texturas. Este livro transporta-nos pelas palavras até Myanmar, a riqueza das descrições enebria-nos e por vezes durante a leitura eu juro que podia sentir os aroma do jasmim...

 

Uma história que comporta três histórias: a história de Lawrence, a história da filha Rosemary e finalmente a de Eva, neta de lawrence,  e a sua vivência na Birmânia. A história dos chinte, foi um pormenor muito interessante, a maneira como o espírito e corpo se relacionam. Estava muito curiosa por conhecer a origem dos objectos que reuniram Lawrence e Maya e a história que ocorreu ao longo de anos e que manteve Lawrence e Maya reunidos em espírito ainda que afastados fisicamente. Um livro onde se encontram as histórias de três gerações da mesma família, misteriosa e que nos mantém presos à intriga até ao fim pelas histórias intercaladas.

 

A par com esta história a autora aborda um tema muito interessante, o do comércio de antiguidades, Apresenta-nos aqui várias situações controversas: até onde ir para preservar um objecto? Deve ser retirado ou permanecer no seu local original? Como combater a contrafacção destes objectos? Esta é uma história dentro da história, uma história de amor que atravessa décadas e países.

 

Eva e Lawrence fazem-nos um relato tão fantástico que desejamos apanhar o próximo avião e ir passar mas férias naquele pequenos paraíso. O relato é tão profundo, tão exacto que conseguimos construir mentalmente aquelas paisagens... E a história de amor é tão bela... Um relato profundo desde a segunda guerra mundia até aos dias de hoje. Não vou escrever mais sobre o livro. Este é mesmo um daqueles que só lendo para perceber!

Período de Leitura: 16 a 26 de Abril

Nota: 5 estrelas

01/06/2016

2. Leituras de Abril: Ligeiramente Escandalosa, Mary Balogh


#Bedwyn’s #  3. Ligeiramente Escandalosa

Autora: Mary Balogh

Edição ou reimpressão: 11-2014
Editor: Edições Asa
Páginas: 368

 

Sinopse:

Crescer no seio da família Bedwyn não é tarefa fácil; que o diga a jovem Freyja Bedwyn. Tendo passado a infância rodeada por quatro rapazes, habituou-se desde cedo a igualá-los em ousadia e independência. Mas o atrevimento - tolerável numa menina - é considerado inaceitável numa mulher.

Quando, a meio de uma viagem a Bath, o quarto em que Freyja está hospedada é invadido por um atraente fugitivo, a jovem não tem meias-medidas e esmurra-o. Ele é Joshua Moore, o petulante marquês de Hallmere. Nessa noite mal adivinham que, dias depois, estarão… noivos. Para duas pessoas que anseiam por liberdade e parecem detestar-se, esta reviravolta é, no mínimo, inexplicável.

Entre o choque e a admiração, a alta sociedade não se cansa de especular sobre a origem de uma relação tão enigmática, excessiva, e ligeiramente escandalosa…


https://www.wook.pt/livro/ligeiramente-escandalosa-mary-balogh/16031907

 
Opinião:

Adorei esta história! Freyja sem dúvida é um membro da família Bedwyn que teria de ter uma história de amor interessante. Ela não se afigura como a típica donzela cujo único objectivo de vida é arranjar um bom partido e casar. Freyja lnça-se em aventuras menos próprias para uma donzela.

Esta é uma história cómica, Joshua consegue gozar com Freyja fazendo uso do seu sentido de humor e desafia-a a vários níveis, depertando nela um sentimento que há muito não sentia. E Freyja? É tão rebelde como qualqier um dos seus irmãos, dona de uma atitude que não ousa questiomento. No entanto por trás desta atitude esconde-se uma mulher magoada e que pensa não ter espaço para o amor... mas eis que Joshua surge e vai alterar os seus planos futuros. O que ocmeça com um noivado fingido vai ter um fim longe do que ambos pensavam que seria...

Mais um romance histórico divertido, cativante e que nos revela mais um pouco da história dos Bedwyn.
 
Período de Leitura: 8 a 16 Abril
 
Nota: 4  estrelas