15/08/2017

Leituras de Agosto de 2016: Capricho de Veludo, Loretta Chase, 336 páginas

Título: Capricho de Veludo
Autora:  Loretta Chase 
Edição ou reimpressão: 06-2016
Editor: Edições Chá das Cinco
Páginas: 336

SINOPSE:

O corpete perfeito deve saber convidar ao seu desapertar… O charmoso Simon Fairfax, Marquês de Lisburne, aceitou regressar relutantemente a Londres para cumprir obrigações familiares. Quando conhece a fogosa modista Leonie Noirot, decide arranjar tempo para um jogo de sedução, mas Leonie é quem decididamente não tem tempo para ele. Está obcecada em transformar a insípida prima do Marquês, Lady Gladys, num cisne. A cidade inteira conhece o talento de Leonie, mas o formoso Marquês está demasiado ocupado a tentar seduzi-la para conseguir apreciar o seu génio. A modista está determinada a ensinar-lhe uma lição, mas não será fácil concentrar-se na tarefa que tem em mãos e corre perigo de desviar-se do bom caminho… Conseguirá escapar às atenções insistentes do Marquês e operar uma transformação milagrosa?
https://www.wook.pt/livro/capricho-de-veludo-loretta-chase/17946811

Opinião:
Este é o livro que fecha a trilogia das irmãs Nerot, a história vai recair sobre a peculiar Leonie e o marquês Simon Fairfax.  Leonie é uma personagem extremamente focada, dedica-se de corpo e alma à loja das irmãs e não está minimamente interessada nos acontecimentos da sociedade londrina. Isto até que o marquês de Lisburne entra na sua vida perturbando de uma forma muito charmosa a sua vida.

Leonie é a mais nova das três irmãs Noirot e até agora não tinha estado no foco, sabemos do sei interesse por finanças, pela contabilidade da loja mas não conhecíamos o seu lado altruísta, quando tenta ajudar a prima do marquês, Gladys, a ser bem sucedida na cruel temporada da sociedade londrina.

Leonie faz dela o seu projecto pessoal (e até aposto com o marquês), fazendo com que a mesma seja invejada e bem sucedida durante a época alta. Este romance prima também pela descrição, muito apurada diga-se, da sociedade da época, mas acima de tudo do código vestimentar (e da maneira como a inovação do mesmo chocava a sociedade da época.

O casal Leonie-Simon conseguiu fazer deste terceiro volume, creio um dos mais bem sucedidos, da trilogia das irmãs. Estou a aguardar (ansiosamente) a história de Lady Clara que ficou por contar. Esta foi uma história de leitura divertida, com uma história envolvente e perfeita para um dia de verão.

Nota: 4 estrelas


Período de Leitura: 13 a 17 de Agosto

5. Leituras de Agosto de 2016: A mulher esquecida, Katherine Webb, 480 páginas

Título: A Mulher Esquecida

Autora: Katherine Webb 

Edição: Edições Chá das Cinco, Outubro de 2015
Páginas: 480

SINOPSE

As mentiras mais belas escondem as piores verdades.

Bath, Inglaterra, 1821. Jonathan Alleyn vive atormentado pelas memórias da guerra e pela dor de ter perdido Alice, o seu amor de infância. Nos últimos anos, a mansão em que vive apenas oferece abrigo aos seus fantasmas. Até Starling, a governanta, e irmã adotada de Alice, duvida que a jovem tenha simplesmente fugido e teme algo bem mais sinistro. Mas eis que chega Rachel, casada com um charmoso homem de negócios e que é convidada a fazer companhia a Jonathan. A sua presença tem um efeito perturbador na falsa harmonia da mansão Alleyn, pois Rachel é muito parecida com a desaparecida Alice. As ameaçadoras sombras do passado emergem para trazer à tona verdades desoladoras e cruéis. Quem terá coragem de desvendar um passado cheio de enigmas obscuros? Quem é Rachel? E o que aconteceu a Alice?

https://www.wook.pt/livro/a-mulher-esquecida-katherine-webb/16785865

Opinião:

Um thriller/romance histórico, foi um livro surpreendente por isto. Não estava à espera de encontrar um mistério que se adensa pelas página adentro e que nos agarra à leitura.

Acompanhamos Jonathan martirizado pelo desaparecimento de Alice, o seu grande amor. Isolado em casa, vive agarrado à bebida e apanhado pelas memórias fugidias de Alice, até que surge Rachel, recentemente casada (e desapontada) e a pouco e pouco o consegue libertar do torpor em que se encontra.

A história recua por vezes ao passado para nos dar a conhecer a vida de Alice e de Jonathan antes do desaparecimento da mesma. Acompanhamos o crescimento de ambos e ficamos a perceber melhor as razões para o desaparecimento de Alice.

Vai ser Rachel a potenciar toda a acção, a histórica foca-se muito nela e no desenvolvimento de uma relação proibida com Jonathan. Num cenário que nos fala de guerra, que demonstra as diferenças sociais elevadas vemo-nos enredados pela história comovente e surpreendente!

Nota: 4 estrelas


Período de Leitura: 10 a 13 de Agosto

03/08/2017

4. Leituras de Agosto de 2016: Tu, eu e todo o tempo do Mundo, Taylor Jenkins, Reid, 304 páginas

Título: Tu, eu e Todo o Tempo do Mundo
Autora: Taylor Jenkins Reid 
Data 1ª Edição: 04/02/2016
Nº de Páginas: 304
Dimensões: 150x230mm

Sinopse: Quando Elsie Porter saiu de casa naquele chuvoso dia de Ano Novo estava longe de pensar que minutos depois conheceria o seu grande amor, Ben Ross.

A atração é imediata e arrebatadora, e casam-se pouco tempo depois. No entanto, um acidente mortal destrói a felicidade de Elsie.

Para a ajudar a lidar com a dor, conta com a mãe de Ben, numa manifestação de amizade que se revelará de enorme importância para as duas.

Tu, Eu e Todo o Tempo do Mundo é uma história contada de maneira simples e profunda.

Opinião:

Pela primeira vez vou começar uma opinião pelo fim! Senti-me defraudada! Enganada por aquele título lindo, afinal ele não tiveram todo o tempo do mundo! Conheceram-se, apaixonaram-se e vá-se lá saber porquê ele morre! Não! Não! Começamos logo a pensar então e agora? Commo é que há tantas páginas num livro? E que rumo terá esta história? Vamos ter páginas de lamúrias, choros e dor? Não quero ler este livro!

Mas a autora cativou-nos... Já nos tínhamos não apaixonado pelo romance a dois, mas por Elsie, aquela bibliotecáaria discreta, sensível e que cativava jovens e idosos. Alternando entre o passado e o presente vamos conhecendo esta personagem algo singular, acompanhamos o seu percurso, os seus pensamentos e o seu caminho durante o período de luto pela morte de Ben.

Nova reviravolta acontece quando uma sogra que não sabia de Elsie e que desconhecia o relacionamento de ambos chega à sua vida. Cada mulher, à sua maneira, terá de partilhar, abdicar e acima de tudo sobreviver à perda do “homem” das suas vidas.

Um romance enternecedor, cativante, envolvente e acima de tudo uma escrita tão simples, que quando nos apercebemos já terminamos a leitura. Aconselho a leitura e certamente a Presença irá apostar em mais romances da autora!

Período de Leitura: 05 a 10 de Agosto


Nota: 4 estrelas

01/08/2017

3. Leituras de Agosto de 2016: Confesso, Collen Hoover, 256 páginas

Título: Confesso
Autora: Colleen Hoover 
Edição ou reimpressão: 04-2016
Editor: TopSeller
Páginas: 256


SINOPSE:
Auburn Reed tem toda a sua vida planeada. Não há espaço para erros ou imprevistos. Até que, um dia, entra num estúdio de arte e conhece Owen Gentry, o enigmático artista dono do estúdio.
Auburn sente, de súbito, que algo muda dentro dela e decide deixar-se levar pelo coração.
Owen, contudo, guarda segredos que não quer ver revelados. As escolhas do seu passado não parecem permitir-lhe um futuro livre, e Auburn tem demasiado a perder se decidir lutar por ele. A única forma de não pôr em risco tudo o que é importante para si é deixar Owen. Confessar é tudo o que ele tem de fazer para salvar a relação de ambos. Mas, neste caso, a confissão pode ser muito mais destrutiva do que o próprio pecado.
Será o amor capaz de sobreviver à verdade?
Confesso é uma história de imenso amor e coragem, que nos faz acreditar em segundas oportunidades.
Inclui 8 páginas a cores com as ilustrações dos quadros de Owen.


Opinião:
Já li alguns livros da autora, gostei muito das histórias mas acima de tudo da escrita tão simples que nos enreda ao ponto de nos vermos como participantes da história.

Conhecemos neste novo livro Owen um misterioso pintor (atormentado certamente pelos fantasmas do seu passado) e Auburn a cabeleireira que se muda para a cidade. Quis o destino que se cruzassem e que o seu caminho fosse feito em conjunto. Owen usa a sua arte para se libertar, para expressar os seus mais escuros pensamentos e sentimentos a juntar a isto tem uma caixa de correio onde as pessoas lhe deixam as mais estranhas confissões e passamos o livro a tentar adivinhar a quem pertencem.

Confesso que fiquei cativada por Auburn, pela maturidade que adquire ao longo do livro, por não desistir de lutar pelo que quer e acima de tudo por não se deixar levar pelo preconceito e “má-línguas” de cidadezinhas pequenas!

Já Owen parece-me uma personagem algo apagada, será porque nos transmite todos os sentimentos através dos seus quadros que depois aparece como um protagonista algo discreto?

O que mais me cativou, confesso, foram as imagens no livro, não sei quem foi responsável por elaborá-las, mas fiquei impressionada como se coadunam com a história, foi sem dúvida um pormenor interessante e que funcionaram como uma mais-valia para o livro.

A aposta da Topseller nesta autora foi certeira que é certamente uma das autoras mais queridas do público português. A história é cativante, envolvente e permite-nos durante uma horas a abstracção do mundo real.


Período de Leitura: 4 a 5 de Agosto

Nota: 4 estrelas

27/07/2017

2. Leituras de Agosto de 2016: O Amor é vermelho, Sophie Jaff

Título: o Amor é vermelho, Sophie Jaff
Editora: Marcador
Data 1ª Edição: 18/02/2016
Nº de Páginas: 360


Sinopse:

Tudo o que ela quer é encontrar o amor. Tudo o que ele quer é encontrá-la a ela.

Três mulheres são encontradas mortas com a pele gravada por sulcos de desenhos arcaicos e de significado intrincado. Isto abre a contagem de uma longa lista de vítimas do mais recente assassino em série que vagueia pelas ruas da cidade. 
Quando, no clima de ansiedade desencadeado pelos misteriosos assassinatos, Katherine conhece David, a química entre os dois é imediata.
David não é apenas bonito, é também culto, educado e atencioso. Mas Sael, o seu melhor amigo, é enigmático e contrastante: frio, hostil, e com uma intensidade perturbante. 
Sem se aperceber, Katherine vê-se envolvida num jogo de sedução em que as aparências não podem ser levadas em conta. Com o número de mortes a crescer, a cidade é tomada por uma psicose, e as raízes de uma história muito antiga estreitam-se em torno de Katherine e dos dois homens que lhe confundem o coração. 
Katherine Emerson nasceu para cumprir uma profecia secular, mas ela ainda não o sabe. No entanto, há um homem que o sabe: um assassino que persegue as mulheres da cidade de Nova Iorque. Um monstro que os media apelidaram de Homem Foice devido à arma que utiliza para transformar os corpos das suas vítimas em telas para a sua arte perversa. 

Ele rouba mais do que a vida das suas vítimas, e cada morte aproxima-o mais da mulher que tem de possuir custe o que custar. 
O Amor é Vermelho é um thriller escrito de forma brilhante. O leitor vai dar por si a levá-lo para todo o lado até chegar à última página.


Opinião:

Não foi dos meus favoritos, tinha erros na tradução, dos mais flagrantes que me lembro, página 170 roupa dentro do armário, traduzido por alguns linhos (o original: linem= lençóis ou toalhas/roupa para quartos ou wc). E não apresenta nada de novo no género, aliás reduzindo a história a um mínimo deparamo-nos com um cenário muito comum no género mistério/policial.

Fiquei deveras entusiasmada com o livro (a capa, a sinopse, os excertos, as opiniões...), era ao estilo dos Crimes do Rio Púrpura, pensava eu! A opinião no blogue Deus me Livro também me convenceu (e bastante à leitura), tudo prometia um grande livro, mas fiquei decepcionada já que o livro não veio trazer nada de novo ao estilo.

Trata-se até de um livro que descreve um cliché do género thriller: um serial killer com uma obessão por matar,com alguma arte, e que tenta encontrar uma vítima específica (é aqui que a autora tenta fazer com que apareça uma componente sobrenatural no livro, mas não sei se foi muito bem sucedida). A vítima essa não sabe de que é vítima dessa obsessão e vive uma vidinha descansada.

O cenário do livro é Nova Iorque (novamente nada cliché), uma série de raparigas solteiras começam a aparecer mortas e com a pele marcada por símbolos estranhos. Aliás o livro começa logo pela descrição de uma violação e morte de uma dessas jovens, descrição fria e cruel e que me fez logo colocar o livro de lado, mas a curiosidade levou-me a pegar no livro logo no dia a seguir. Surpresa minha, começamos a seguir a história de Katherine, a protagonista, e de como se envolve com dois homens totalmente diferentes: o doce David e o misterioso e charmoso Sael. Aqui uma parte do enredo que vai agradar aos leitores que preferem um género mais cor de rosa (eu!).

O livro vai alternando a narrativa entre Katherine e o assassino. Quem será? O doce David, o misterioso Sael? Alguém próximo de Katherine? Foi esta dúvida que me fez continuar com a leitura, no entanto a informação tardava em chegar pois vemo-nos envolvidos na relação sentimental deste trio, sendo que Katherine não se decide entre um ou outro. 

A autora austuciosamente tentou cativar públicos bem diferentes, os viciados em thrillers, os que adoram um bom romance e até os fãs do sobrenatural. Este é certamente um livro para quem procura algo fora do comum, uma escrita interessante e uma história que nos envolve. É o primeiro de uma trilogia, fico a aguardar os seguintes!

Período de Leitura: 29 Julho a 4 de Agosto de 2016

Nota: 3 estrelas

24/07/2017

1. Leituras de Agosto de 2016: A menina que engoliu uma nuvem do tamanho da torre Eiffel, Romain Puertólas

Título: A MENINA QUE ENGOLIU UMA NUVEM DO TAMANHO DA TORRE EIFFEL
Autor: Romain Puértolas
Edição/reimpressão:07-2015
Editor:Porto Editora
Idioma:Português
Páginas:200

SINOPSE:

Providence Dupois, uma carteira parisiense, precisa de viajar rapidamente para Marraquexe, a fim de resgatar a filha adotiva que se encontra gravemente doente. Contudo, quando está prestes a partir, um vulcão islandês de nome impronunciável desperta do seu sono profundo e paralisa todo o tráfego aéreo europeu. Desesperada por cumprir a sua promessa de reencontro, esta jovem mãe vai tentar tudo para chegar junto da filha, e, esgotadas todas as vias do possível, resta-lhe apenas uma última hipótese: voar. Para empreender uma tarefa tão audaz, contará com a ajuda preciosa de personagens peculiares, seja Léo Machin, um jovem apaixonado que emana um perfume de bondade e sabão Marseille, Tchang, um chinês que fala como se fosse um pirata, ou monges tibetanos que, quando não estão a rezar, ouvem Julio Iglesias.
Comovente mas pleno de humor, A menina que engoliu uma nuvem do tamanho da torre Eiffel é uma aventura que nos ensina que nada é impossível quando o amor de uma mãe é forte o suficiente para a fazer descolar até às nuvens. Dizem que o amor dá asas… Estão prontos para voar?


Opinião:

Um livro surpreendente, uma história emotiva e com um final comovente. Não conhecia a autora, fiquei cativada pela capa e depois fiquei envolvida num relato de uma viagem que tem de tudo, excepto algo normal.
Fiquei com os olhos marejados de lágrimas e a voz presa quando queria falar desta história, tendo eu sido mãe há menos de um ano revia-me no desespero daquela mãe que queria muito cumprir com a promessa de chegar até à filha gravemente doente.

O relato da história improvável de Providence comove-nos até à alma, somos tocados de uma forma inesperada pelo seu desespero, levados a acreditar que o impossível pode acontecer e que ela irá mesmo voar até chegar a Marrocos. De momentos hilariantes, a momentos comoventes, esta é uma história que todos deveríamos ler pois fala-nos da simplicidade e profundidade do que é amar alguém.

Período de Leitura: 29 Julho a 9 Agosto de 2016


Nota: 4 estrelas

29/05/2017

6. Leituras de Julho de 2016: Um homem chamado Ove, Fredrik Backman

Título: Um Homem Chamado Ove
Autor: Fredrik Bakman

Edição ou reimpressão: 05-2016
Editor: Editorial Presença
Páginas: 312

SINOPSE
À primeira vista, Ove é o homem mais rabugento do mundo. Sempre foi assim, mas piorou desde a morte da mulher, que ele adorava. Agora que foi despedido, Ove decide suicidar-se. Mal sabe ele as peripécias em que se vai meter. Um jovem casal recém-chegado destrói-lhe a caixa de correio, o seu amigo mais antigo está prestes a ser internado a contragosto num lar, e um gato vadio dá-se a conhecer.

Ove vê-se obrigado a adiar o fim para ajudar a resolver, muito contrariado, uma série de pequenas e grandes crises. Este livro simultaneamente hilariante e encantador fala-nos de amizades inesperadas e do impacto profundo que podemos ter na vida dos outros.

Opinião:
Depois de ler sobre a incrível viagem de Arthur, numa das minhas leituras anteriores não resisti a pegar na história de Ove. Peguei nele numa tarde cinzenta e confesso que as primeiras linhas fizeram com que o meu humor ficasse parecido. Não era um personagem nada positivo, era deprimente, uma pessoa que não tinha vontade de viver. Dei comigo a pensar e estou a ler isto porquê? Eu que gosto tanto de nuvens cor de rosa?

Para além de deprimido, Ove queixava-se de tudo e de todos, era um ser incrivelmente rabugento, sempre pronto a criticar os outros. Ou seja, é aquele tipo de vizinho que nos calha conhecer pelo menos uma vez na vida... Mas não somos nós que temos planos de vida mas é a vida que nos dita os seus próprios planos e a de Ove seria alterada para sempre com a chegada dos novos vizinhos.

Ove um solitário após a morte da sua esposa, obcecado com a ordem e com a sua prória morte vê a sua rotina ser alterada pelos vizinhos e por um gato! O novo casal vem acompanhado de uma menina e de uma criança ainda por nascer. Ove vê-se envolvido nas histórias caricatas desta família e é envolvido pelo amor... sim o amor... que vem destruir toda a a solidão, melancolia, azedume na vida de Ove e os seus grandes planos de suicídio!

De repente a casa de Ove deixa de ser o sítio solitário que era depos da morte da esposa, Ove, é contstantemente interrompido pelo jovem casal, é adoptado pela filha mais velha do mesmo e o gato? Esse será um “romance” difícil de igualar.

Poderia aqui falar sobre o livro durante horas, do que nos transmite, da lição ou lições de vida que podemos tirar. Mas este não é um livro de que se fale é um livro que tem de ser lido para verdadeiramente se sentir a história de Ove.

Citações favoritas:

“Os homens definem-se pelo que fazem. Não pelo que dizem.”

“Todo o ser humano precisa de saber aquilo porque está a lutar. Era o  que se dizia. E ela lutava por aquilo que era bom. Pelas crianças que nunca teve. E Ove lutou por ela.”

Período de leitura: 26 a 29 Julho de 2016

Nota: 5 estrelas (e mais houvesse)

08/05/2017

Bebé: Massagem e arrotar



Este post já tem barbas... O bebé não mama e não para de chorar. Isto foi a nossa realidade quando trouxemos aquele pequeno ser para casa. Eu sem dormir bem há quatro noites. Ele com as primeiras noites com o bebé. Foi bonito e agora olhando para trás até posso dizer cómico.

Dicas muito úteis:
 
Fazer massagem para as cólicas se o abdômen estiver duro antes de mamar.

Arrotar antes, durante e depois da mamada.

Arrotar para aliviar ar do estômago
Sentar o bebe na cama ângulo de 45 graus, segurar com a mão esquerda e com a direita bater nas costas até arrotar.

Fralda
Dobrar para fora, medida três dedos para que os adesivos não rocem na pele porque cortam e apertam a área do abdomen causando desconforto.

Massagem
Apertar bem com indicador e polegar até ao centro da barriga.
Levantar as pernas e fazer força apertando até ao centro.
Levantar as pernas, juntar os pés e fazer força para dentro, com toalhete estimular o rabinho para que o ar saia.

Não é nada de novo e inovador no mundo dos conselhos de bebés mas ajudou-nos muito... isso e um tubo de Bebegel cortado na ponta do invólucro, faziam milagres e um bebé mais calmo.
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5. Leituras de Julho: A casa Misteriosa, Marzia Bisognin


Título: A Casa Misteriosa
Autora: Marzia Bisognin
Edição ou reimpressão: 05-2016
Editor: Quinta Essência
Páginas: 192


SINOPSE:

Pelas mãos da famosa YouTuber Marzia «CutiePieMarzia» Bisognin chega-nos uma história de suspense paranormal sobre uma rapariga cuja casa de sonho se torna rapidamente um pesadelo.
Quando Amethyst encontra a sua casa de sonho perfeita, não pode deixar de se sentir encantada por ela, embora se aperceba de algo um pouco... diferente. É tudo o que ela sempre quis numa casa, por isso, quando os Bloom a convidam a passar lá a noite para evitar a tempestade iminente, ela aceita de imediato.

No entanto, quando acorda na manhã seguinte, sozinha e incapaz de se obrigar a sair, Amethyst depara-se com inesperadas presenças - como Alfred, o assustador jardineiro; Avery, o vizinho giro, mas misterioso; e uma menina que continua a aparecer e a desaparecer dentro da casa.
Enquanto Amethyst procura os Bloom e tenta desvendar a verdade, a sua ligação à casa torna-se mais forte. Irá ela ser capaz de se libertar do fascínio da casa, ou será que os seus segredos vão mantê-la presa para sempre?

https://www.wook.pt/livro/a-casa-misteriosa-marzia-bisognin/17905130

Opinião:

Sabem aquele dito que não se deve julgar o livro pela capa? Bem, eu sou atraída pelas capas e por vezes tenho desilusões. Foi o caso. Este genéro também não é o meu genéro literário favorito, mas decidi tentar a leitura, para alternar entre romances e romances históricos.

A história fala-nos de uma jovem, chamada Amethyst, que se vê perante uma bela casa e é convidada a passar lá a noite porque estava uma tempestade muito forte. Primeiro alerta, não conheces os donos (os Bloom), não conheces a casa, não avisas ninguém e pernoitas numa casa desconhecida? Isso é um apelo à “desgraça”.

Resumindo e concluindo, a rapariga vê-se cada vez mais presa e envolvida pela história da casa, explora as redondezas e conhece o jardineiro Alfred e um rapaz chamado Avery por quem sente uma certa atração.

Os dias/noites passam, ela vai sonhando com uma menina e cada vez fica mais presa à casa, e confesso que não percebo como ficas assim encantada com uma casa de certo modo “creepy”.

À medida que a história avança vamos percebendo o porquê desta ligação da jovem à casa e eu não vou ser má e apresentar qualuqer tipo de spoiler, por isso vou deixar a opinião sobre a hist+oria por aqui.

A escrita é interessante, mas confusa e a autora ainda carece de algum amadurecimento nesta área pois os seus personagens são pouco explorados e o enredo por vezes é deixado assim a meio, como se a mesma tivesse pegado numa ideia e não a tivesse finalizado.

Não gostei muito do livro, a vantagem é que se lê muito rapidamente e só se perde um par de horas. Ideal para uma tarde chuvosa e fria.

Período de leitura: 20 a 26 de Julho

Nota: 3 estrelas

07/05/2017

4. Leituras de Julho de 2016: A improvável viagem de Harold Fry, Rachel Joyce, 312 páginas



Título: A IMPROVÁVEL VIAGEM DE HAROLD FRY
Autora: Rachel Joyce
Edição/reimpressão: 04-2014
Editor: Porto Editora
Páginas:312

SINOPSE
Para Harold Fry os dias são todos iguais. Nada acontece na pequena aldeia onde vive com a mulher Maureen, que se irrita com quase tudo o que ele faz. Até que uma carta vem mudar tudo: Queenie Hennessy, uma amiga de longa data que não vê há vinte anos, e que está agora doente numa casa de saúde, decide dar notícias. Harold responde-lhe rapidamente e sai para colocar a carta no marco do correio. No entanto, está longe de imaginar que este curto percurso terminará mil quilómetros e 87 dias depois. E assim começa esta improvável viagem de Harold Fry. Uma viagem que vai alterar a sua vida, que o fará descobrir os seus verdadeiros anseios há tanto adormecidos e sobretudo vai ajudá-lo a exorcizar os seus fantasmas.

Com este seu romance sobre o amor, a amizade e o arrependimento, A improvável viagem de Harold Fry, que recebeu o National Book Ward para primeira obra, Rachel Joyce revela-se uma irresistível contadora de histórias.


Opinião:

Adorei este livro. Porquê? Porque nos coloca frente a frente com realidades que nos tocam todos os dias, porque é emotivo, porque nos envolve e porque nos conforta. A lição? O caminho é a recuperação, a jornada? A aprendizagem!

Harold vivia preso a uma rotina diária, insatisfeito e resignado com o futuro que o esperava. Ao saber da doença de uma amiga vai encetar uma viagem que o vai mudar a si como a todos à sua volta.

O livro apresenta-nos o percurso físico de Harold logo no início, nas nos dá logo a conhecer a viagem “emocional” e reparadora que Harold faz. Ao longo do mesmo, conhece algumas histórias, é uma viagem sobretudo de reflexão, de análise e acima de tudo uma viagem para perceber onde está e o que quer a seguir.

A viagem permite a Harold organizar pedaços da sua vida, reflectir sobre os mesmo e acima de tudo não se deixar novamente envolver pela apatia e rotina a quetinha dedicado a sua vida como que somente à espera do fim.

Neste mês fiz três leituras algo semelhantes pelo tema; A incrível viagem de Arthur Pepper, este livro e Um homem chamado Ove sobre o qual ainda não escrevi a opinião.

Citações a reter:

“Compreendeu que, ao caminhar para compensar os erros que cometera, estava também a aceitar tudo o que havia de estranho nos outros. Como um caminhante, ele encontrava-se num sítio onde tudo, não apenas a terra, era aberto. As pessoas sentir-se-iam livres para falar e ele sentir-se-ia livre para escutar. Para levar um pouco delas enquanto seguia o seu caminho. “

“(…) de que todas as pessoas eram iguais, e também únicas; e esse era o dilema do ser-se humano.”

Período de Leitura: 14 a 26 de Julho de 2016

Nota: 5 estrelas

06/05/2017

Eu e... a costura!

A costura, o crochet, os bordados  fizeram sempre parte da minha vida. Eu sempre quis ter uma máquina de costura. Lembro-me de ver a minha avó numa velhinha Oliva/Singer a costurar e as minhas tias que também usam a mesma máquina.

A minha mãe também tem uma Singer já mais moderna, ainda não sei se a dela dá para bordar (a investigar), eu por cá e por medo, comprei uma Silvercrest, do Lidl (passo a publicidade) e por agora estou muito satisfeita!

A máquina foi comprada antes de eu engravidar, pedi à minha mãe para me ensinar a usar, fui adiando... adiando... e 2 anos depois é que a meti a uso!

Veio cá a minha prima, que andou a ter umas aulas de costura, e em duas horas deu-me uma aula sobre os rudimentos da costura, ligar, conhecer as peças e ainda fizemos uma primeira peça!

Depois de ir ao Ebay (publicidade outra vez) e estoirar uns valentes €€ em essenciais da costura (deixo isto para outro dia) lá me meti nisto a sério!

A primeira peça produzida com ajuda foi uma bolsinha simples. E as seguintes? Coisinhas fofas para bebés que já nasceram/estão por nascer!

Isto é muito viciante, partimos a cabeça a ver medidas, moldes, tirar ideias... Pinterest my friend! E depois o começar a elaborar peças e vê-las depois é muito gratificante. Alfinetada aqui e ali fazem parte!

Espero nos próximos dias partilhar algumas ideias! E peças que já produzi!


29/03/2017

3. Leituras de Julho de 2016: Prometo Amar-te, Kim Carpenter

Título: Prometo Amar-Te
Autores: Krickitt Carpenter e Kim Carpenter
Edição ou reimpressão: 10-2013
Editor: Editorial Presença
Páginas: 160
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos

SINOPSE:
Kim e Krickitt conheceram-se por mero acaso, através de um contacto telefónico, em setembro de 1992. Em abril de 1993, encontraram-se pela primeira vez e sentiram que era como se sempre se tivessem conhecido. Entre as muitas afinidades que os aproximavam contava-se uma fé religiosa profunda. A 18 de setembro de 1993, uniam os seus destinos na Scottsdale Bible Church, em Phoenix, no Arizona. Mas a vida é cheia de surpresas e, menos de dez semanas mais tarde, um brutal acidente rodoviário iria pôr à prova o amor do jovem casal e a coerência dos votos que tinham proferido. Contudo, Krickitt perdera definitivamente a memória do tempo anterior ao casamento e nem sequer reconhecia aquele homem que dizia ser seu marido. Este livro é o relato de uma história verídica, que comoveu toda a América e inspirou um filme.


Opinião:
Este foi um daqueles livros que não gostei muito, quer dizer é uma história verídica, uma história fofa mas não me conquistou. Acho que estou a ficar vacinada contra romances.
É uma história de amor e reconquista. Krickitt e Kim apaixonam-se, após um namoro perfeito casam e eis, a reviravolta, Krickitt tem um acidente de carro e esquece tudo o que até ali tinha vivido com Kim.

Kim conta-nos a sua história, a sua fé e o seu “dialógo” com Deus. Temos uma história muito directa que nos conta todas as dificuldades do casal que tem de se conhecer novamente, Kim tenta reconquistar Krickitt e ela tenta perceber porque se casou com Kim.
É uma história que incide muito sobre o sofrimento do casal e a capacidade de superação fisica e psicológica, Krickitt teve de recuperar fisicamente mas também psicológicamente e Kim? Teve de se adaptar a uma nova realidade e personalidade da sua recente esposa.

A história sinto podia ter sido mais bem explorada, soube depois ao fazer um pouco de pesquisa sobre a história (fiquei curiosa de ver os aspecto real dos personagens) que Krickitt nunca mais recuperou a memória mas que foi sempre feliz com Kim.

Período de Leitura: 17 a 18 Julho de 2016


Nota: 3 estrelas

21/01/2017

Desafio Literário 2017: 52 SEMANAS - 52 LIVROS - 52 TÓPICOS

52 SEMANAS - 52 LIVROS - 52 TÓPICOS



Livrólico que é livrólico tem uma conta no Goodreads, tem alguns amigos por lá e participa em dois ou três (ou mais) grupos de Leitura. 

Por aqui participa-se neste: Vamos baixar a pilha de livros e um dos desafios lançados no grupo foi: 52 semanas, 52 livros. Ora eu até não sou muito de desafios, gosto das maratonas literárias, mas não gosto de sair da minha área de conforto: romances, alguns livros de mistério, fantasia e pouco mais... mas lá entrei e já elaborei a minha lista (que me levou três semanas a concluir)!

E por aí o que se lê? Boas leituras em 2017!

52 SEMANAS - 52 LIVROS - 52 TÓPICOS:


1- Um livro de um escritor português – Por amor tudo, Cristina das Neves Aleixo

2- Um livro com capa em tons de cinzento ou preto – Pequenos Vigaristas, Gillian Flynn

3- Um livro que tenha sido escrito no século XX - O Hobbit, J. R. Tolkien

4- Um livro infantil – O pequeno príncipe, Antoine de Saint-Exupéry

5- Um livro de uma escritora portuguesa – Que importa a fúria do mar, Ana Margarida de Carvalho

6- Um livro com menos de 365 páginas – Por trezes razões, Jay Asher (lido)

7- Um livro de fantasia – O quarto Arcano, Florencia Bonelli

8- Um clássico escrito por uma mulher – O monte dos vendavais, Emily Bronte

9- Um livro de ficção científica – Os 100, Kass Morgan

10- Um YA A culpa é das estrelas, John Green

11- Um livro com capa castanha/verde – Cartas da nossa Paixão, Karen Kingsbury

12- Um livro do teu/tua escritor(a) favorito(a) – Perdoa-me, Lesley Pearse

13- Um livro que esteja na estante à 3 anos – Na corda bamba, Joanne Harris

14- Um livro que querias muito ler em 2016 ou 2015 e ainda não tiveste tempo – A felicidade é um chá contigo, Mamen Sanchéz (a ler)

15- Ler um calhamaço (com mas de 400 páginas, de preferência que não seja nenhum dos que está no desafio Ler Calhamaços) – Saudade, Linda Holeman oleHfngfn

16- Ler um livro que seja do teu género favorito – A cor da memória, Care Santos

17- Ler um livro tirado ao calhas da tua pilha – A carta, Kathryn Hughes

18- Ler um livro recomendado por alguém – A rapariga do calendário, Audrey Carlan

19- Ler o último livro que compraste - Quando as estrelas caem, Amie Kaufman, e Megan Spooner

20- Um livro de um género que nunca tenhas lido – A criança que não queria falar, Torey Hayden (género: Memórias e Testemunhos)

21- Ler um livro que tenha no título a inicial do teu nome - História de um canalha, Júlia Navarro

22- Ler um livro de um(a) escritor(a) que nunca leste – A casa dos sonhos, Liz Fenwick

23- Um livro que decorra num país que gostarias de visitar – Regresso a Itália, Elizabeth Adler

24- Um livro que tenha ganho um prémio literário – A última carta de Amor, Jojo Moyes

25- Um livro de um escritor(a) que tenha ganho o prémio Nobel – As sete mulheres de Barba Azul, Anatole France

26- Um livro que tenha na capa uma palavra ligada à cozinha, tipo: chocolate, rebuçado, ingredientes, comida, etc...  – A rainha dos gelados, Anthony Capella

27- Um livro que tenha um número na capa - 9 Novembro, Colleen Hoover (lido)

28- Um livro de suspense – Deixei-te ir, Clare Mackintosh

29- Um livro do género policial – As raparigas esquecidas, Sara Bladel

30- Um livro do género romance – O lugar do coração, Emily Giffin

31- Um livro de um escritor ou escritora dos Estados Unidos da América – Milagre, Deborah Smith

32- Um livro de um escritor ou escritora espanhol – O labirinto dos espíritos, Carlos Ruiz Záfon

33- Um livro que já há muito tempo andas a adiar a leitura – A praia das pétalas de rosa, Dorothy Koomson

34- Ler uma banda desenhada -  Outcast - Volume 1 - As Trevas que o Rodeiam, Robert Kirkman e Paul Azaceta 

35- Livro um romance histórico – À beira do lago encantado, Barbara Cartland

36- Ler um livro que tenha o nome de uma cor na capa – O carrinho de linha azul, Ann Tyler

37- Ler um conto ou um livro de contos – A rapariga e o espelho, Cecelia Ahern

38- Ler um livro que aborde um tema polémico (dependências, abuso sexual, racismo, terrorismo, etc...) – Compaixão, Jodi Picoult

39- Coloca num copinho o nome de 10 livros que estejam na pilha e queiras ler e tira um papelinho sem olhar. – A cor do coração, Barbara Mutch

40- Ler um livro com uma capa de tons claros, branco, rosa, amarelo – Amor verdadeiro, Jude Deveraux

41- Ler um livro biográfico - Eu, Malala, de Malala Yousafzai e Christina Lamb 

42- Ler um livro com menos de 200 páginas – O Juramento do dragão, P. C. Cast

43- Ler um livro que termine uma trilogia ou saga - Brisingr, Christopher Paolini

44- Ler um livro que seja escrito por um autor que o nome comece pela inicial do teu nome – A casa da praia do açúcar, Helene Cooper

45- Procurar na pilha o livro mais antigo que lá se encontra e ler;) – Quando o sol brilha, Rui Conceição Silva

46- Ler um livro que a capa te recorde a infância – Amor, açúcar a canela, Amy Bratley (lembra-me a minha infância porque a capa e formato do livro são semelhantes ao livro de receitas que ainda lá temos)

47- Ler um livro que já foi ou vai ser adaptado ao cinema – Toda a luz que não podemos ver, Anthony Doerr

48- Ler um livro que te faça lembrar o verão – Praia roubada, Joanne Harris

49- Ler um livro que te faça lembrar a primavera – Villa Amália, Pascal Quignard

50- Ler um livro que te faça lembrar o inverno – O palácio de Inverno, Eva Stachniak

51- Ler um livro que te faça lembrar o outono – Sonhos encantados, Barbara Breton

52- Ler o livro que tu quiseres – O gosto proibido do gengibre, Jamie Ford (lido)